Centro de Governo como pilar estratégico: reconhecimento nacional ao planejamento de longo prazo

Receber o reconhecimento nacional no I Congresso Conseplan: Reconstrução do Planejamento Nacional, com o artigo “Centro de Governo como ferramenta estratégica para gestão subnacional”, de autoria de Ariadne Muricy Barreto, Isabella Paim e Ranieri Muricy, é mais que uma honra profissional: é um sinal de que o planejamento voltou à cena como uma das principais ferramentas de reconstrução institucional no Brasil. Entre 206 trabalhos apresentados, sermos destacados entre os 9 mais relevantes mostra que há sede por governança estratégica e articulação federativa.

Este prêmio dialoga diretamente com outro artigo que defendi: Planejamento de longo prazo para um desenvolvimento sustentável: a convergência entre o curto e o longo prazos. Ambos os textos compartilham a crítica à armadilha do imediatismo e à cultura da descontinuidade que marcam nossa trajetória histórica. Reforçam o papel do Estado como agente estratégico, capaz de pensar o futuro com justiça social, sustentabilidade e inovação — como Celso Furtado, Hirschman e Amartya Sen nos ensinaram.

Dedico este reconhecimento aos céticos que nunca acreditaram no planejamento — e também aos planejadores céticos que esqueceram como se pensa o futuro. Planejar é resistir ao improviso, à fragmentação e ao curto-prazismo que corroem a capacidade do Estado de servir à maioria. Planejar é, sobretudo, um ato de esperança política.

Este reconhecimento não é um ponto de chegada, mas um impulso para seguirmos contribuindo com a reconstrução do planejamento público em nosso país. Que a Estratégia Brasil 2050, e o Planejamento de Longo Prazo reforcem o compromisso com o desenvolvimento territorial integrado e ganhem força e voz. O futuro precisa de nós — e ele começa agora.

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Educação e produtividade: o futuro do trabalho no Brasil

O crescimento da produtividade do trabalho no Brasil tem sido insuficiente diante das necessidades de desenvolvimento inclusivo. Entre 1995 e 2024, o avanço médio foi de apenas 0,8% ao ano, reflexo de um modelo econômico marcado por incertezas, juros estruturalmente altos e um ambiente de negócios que favorece setores já consolidados, em detrimento da inovação e da produção de valor, segundo dados do Observatório da Produtividade (FGV-IBRE).

Apesar disso, houve progresso significativo no capital humano. A escolaridade da força de trabalho melhorou: em 1992, dois terços não tinham o ensino fundamental completo; em 2024, dois terços alcançaram ao menos o ensino médio. Essa transformação sustentou parte do modesto crescimento da produtividade e contribuiu para reduzir a informalidade e ampliar a renda. O Índice de Capital Humano cresceu 2,2% ao ano no período, demonstrando o papel da educação no desenvolvimento.

Entretanto, os ganhos se concentram na agropecuária, setor altamente tecnificado, mas com baixa absorção de mão de obra. Serviços e indústria, que empregam a maioria da população, seguem estagnados ou em queda.

Na Bahia, o cenário é semelhante. Segundo o PDI Bahia 2035/2050, no cenário inercial, a produtividade — medida como produto por trabalhador — cresce 1% ao ano, mantendo-se em 63% da média nacional. No cenário de referência, com políticas públicas consistentes, pode crescer 2,6% ao ano, alcançando 81% da média nacional em 2050. Isso representaria um salto de R$ 66 mil para R$ 138 mil por trabalhador, a preços de 2022.

Superar esse quadro exige mais que reformas pró-mercado: requer reorganização orçamentária, investimento em infraestrutura, valorização do trabalho e um Estado capaz de liderar um projeto nacional de produtividade com inclusão, aumentos salariais, integração produtiva e soberania econômica.

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EUA x China: A Guerra Comercial e os Desafios do Brasil na Periferia do Capitalismo

A escalada tarifária entre EUA e China, iniciada em 2018, envolveu sucessivos aumentos de tarifas sobre centenas de bilhões de dólares em produtos comercializados entre as duas maiores economias do mundo. Esse movimento, fruto de disputas comerciais, tecnológicas e estratégicas, gerou incertezas no comércio global e afetou países muito além dos dois protagonistas — inclusive o Brasil.

Mas o que são tarifas? Tarifas são impostos sobre importações. Quando os EUA elevaram tarifas sobre produtos chineses, e a China retaliou, os custos desses bens aumentaram, levando empresas a buscarem fornecedores alternativos. Aí entra o Brasil.

Por um lado, isso abriu oportunidades. Exportadores brasileiros de soja, por exemplo, se beneficiaram da menor compra dos EUA pela China, que aumentou sua demanda pelo grão brasileiro. O mesmo ocorreu com carne bovina, celulose e minério de ferro. Mas vale refletir: são setores/produtos de baixo processamento industrial e com forte impacto ambiental. Aparentemente ganhamos, mas reforçando uma pauta primária-exportadora e dependente.

Por outro lado, a instabilidade global e a retração no comércio afetam as economias periféricas com mais intensidade. Países como o Brasil, que ainda não concluíram seu processo de industrialização, tornam-se mais vulneráveis a choques externos. Isso reforça a necessidade de um projeto nacional de desenvolvimento que valorize a indústria, a ciência e a integração regional.

Em resumo, enquanto a disputa entre potências revela as contradições do capitalismo global, o Brasil precisa olhar para dentro, com soberania e planejamento de longo prazo. Só assim transformaremos conjunturas em oportunidades reais de desenvolvimento inclusivo.

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Planejar o Futuro com Justiça Social: a Bahia Rumo a 2050

No dia 27 de março, participei de dois eventos centrais para o debate sobre o planejamento de longo prazo do Estado da Bahia. Pela manhã, na terceira edição do Pensar a Bahia, promovido pela SEI, discutimos temas estratégicos como segurança pública, logística e economia de baixo carbono — pilares fundamentais para um desenvolvimento que priorize o bem-estar coletivo e a justiça social. Ressaltei a importância de alinhar os estudos da SEI ao Plano de Desenvolvimento Integrado (PDI) Bahia 2050, destacando o valor de um debate plural, que envolva Estado, setor produtivo, academia e sociedade civil.

À tarde, no lançamento do plano de trabalho do PDI Bahia 2050, coordenado pela SEPLAN, aprofundamos reflexões sobre os caminhos para uma Bahia mais sustentável, inclusiva e inovadora. Planejar o futuro é um ato político, que exige superar a lógica imediatista e incorporar uma visão de Estado comprometido com as próximas gerações. O fortalecimento do planejamento governamental na Bahia — em sintonia com a Estratégia Brasil 2050 — sinaliza um movimento progressista em direção a um país mais justo. A construção de um projeto de futuro requer coragem para priorizar o que realmente importa: a dignidade, a equidade e o desenvolvimento com justiça social.

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Consignado CLT – Uma Perspectiva Crítica

O chamado “consignado CLT”, sancionado pelo governo em março de 2024, amplia o acesso ao crédito consignado para trabalhadores do setor privado. A medida permite que empresas privadas ofereçam empréstimos descontados diretamente na folha de pagamento de seus funcionários, com taxas de juros menores do que as do crédito pessoal tradicional.

Embora o objetivo aparente seja facilitar o acesso ao crédito e reduzir a inadimplência, essa política deve ser analisada com cautela. O crédito consignado tem sido historicamente utilizado como um mecanismo de endividamento de longo prazo para populações vulneráveis, especialmente aposentados e servidores públicos. A extensão desse modelo aos trabalhadores CLT pode aprofundar a precarização, já que transfere ainda mais risco financeiro para o indivíduo, enquanto isenta as empresas de qualquer compromisso adicional com seus empregados.

Além disso, ao comprometer diretamente a renda dos trabalhadores, o consignado CLT pode reduzir o poder de negociação salarial e a mobilidade do emprego. Com parcelas sendo descontadas diretamente do salário, o trabalhador endividado se torna mais dependente da sua atual ocupação, o que pode inibir reivindicações por melhores condições de trabalho ou aumentos salariais.

É fundamental destacar que, para os bancos, o risco dessa operação é baixíssimo. Como o desconto ocorre antes do pagamento do salário ao trabalhador, a instituição financeira tem garantia praticamente integral do recebimento, o que justificaria juros próximos de zero nos empréstimos. Isso torna o consignado CLT um crédito altamente lucrativo para os bancos, enquanto o ônus do endividamento recai exclusivamente sobre o trabalhador.

Para que o crédito seja uma ferramenta de emancipação e não de torne um instrumentos de exploração “na mão” das empresas, o Estado deveria focar em políticas de redistribuição de renda e fortalecimento do mercado de trabalho, em vez de incentivar endividamento para suprir deficiências estruturais.

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Enquanto alguns investem, a maioria luta para pagar contas

A crescente participação da Geração Z (nascidos entre 1997 e 2010) nos investimentos reflete o avanço da tecnologia e o fácil acesso às plataformas financeiras, mas também um contexto econômico que os obriga a buscar segurança no futuro. Ao contrário da visão liberal, esse fenômeno deve ser analisado sob a ótica das desigualdades estruturais e da precarização do trabalho.

O estudo do Fórum Econômico Mundial, divulgado semana passada, indica que os jovens investem mais cedo que seus pais, o que pode parecer um avanço. No entanto, isso ocorre em meio à crise do mercado de trabalho, onde os salários são baixos, a informalidade cresce e a previdência pública se torna incerta. Assim, a necessidade de investir não é uma escolha, mas uma imposição.

As políticas neoliberais desmontaram a rede de proteção social, transferindo para o indivíduo a responsabilidade por sua segurança financeira. Os jovens buscam no mercado financeiro uma resposta para problemas que deveriam ser resolvidos por meio de um Estado forte, com políticas públicas robustas e previdência sustentável.

O acesso a aplicativos de investimento e conteúdos educacionais amplia esse movimento, mas a principal barreira ainda é a falta de recursos. Investir é um privilégio restrito a quem tem renda disponível. Enquanto alguns jovens investem, a maioria luta para pagar contas básicas e enfrentar um mercado excludente.

A preocupação da Geração Z com critérios ESG (ambientais, sociais e de governança) mostra maior consciência social nos investimentos, mas é insuficiente para resolver as contradições do sistema econômico atual. A verdadeira transformação virá com políticas públicas que priorizem o bem-estar social, e não com a ilusão de que decisões individuais no mercado financeiro construirão um futuro mais justo.

É essencial que os jovens não apenas aprendam a investir, mas também compreendam que a solução para a desigualdade e insegurança econômica está na luta por um modelo econômico que garanta empregos dignos, serviços públicos de qualidade e um sistema previdenciário que permita uma aposentadoria tranquila para todos.

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Juros estrangulam o crescimento: até quando o custo social será ignorado?

O boletim do Banco Central divulgado hoje é mais um reflexo das escolhas de política monetária que penalizam a maioria da população em nome de uma ortodoxia econômica ultrapassada. A projeção do IPCA para 2025 em 5,65% — acima do teto da meta — deveria servir para questionarmos a eficácia de manter a taxa Selic em patamares absurdamente elevados. Com juros básicos previstos em 15% no próximo ano, o que se observa não é uma contenção eficaz da inflação, mas sim a asfixia do investimento produtivo e o aumento do custo da dívida pública.

É inaceitável que, após um crescimento robusto de 3,8% em 2024 — ainda que com desaceleração no último trimestre —, estejamos diante de previsões de crescimento medíocres para os próximos anos. Como se espera que o PIB avance com força quando o crédito encarece, a indústria encolhe e o consumo popular é comprimido? Manter juros altos beneficia rentistas e estrangeiros, mas sacrifica trabalhadores e pequenas empresas.

O dólar projetado a R$ 5,90 para 2025 é um claro sinal da falta de confiança que esse modelo de política monetária gera: ao invés de estabilidade, vemos volatilidade e fuga de capitais produtivos. Em vez de apenas perseguir metas frias de inflação, o Banco Central deveria considerar medidas de controle direto sobre preços de alimentos e energia — itens que mais afetam os mais pobres — e adotar políticas que estimulem a produção interna.

Enquanto a prioridade for agradar o “mercado” e não a sociedade, seguiremos presos em um ciclo de crescimento pífio, concentração de renda e deterioração das condições de vida da população. É hora de repensar esse modelo.

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“Foi por medo de avião que eu segurei pela primeira vez a tua mão”

Todos temos histórias de voos para contar. Poderia contar algumas mas deixarei para outra oportunidade.

Tenho um voo marcado para março e, diante dos recentes incidentes e acidentes, preciso me acalmar. Para aliviar a tensão, vale lembrar da música de Belchior, que transforma o medo de avião em conexão e até romance.

Na noite de 11 de fevereiro de 2025, um avião da Gol colidiu com um veículo de manutenção no Galeão (RJ). No dia anterior, um da Latam precisou arremeter devido à proximidade de um barco próximo à pista. Felizmente, ninguém se feriu, mas a segurança aérea voltou ao debate.
Entre 2017 e 2023, os principais fatores de acidentes fatais foram:

Perda de controle em voo – quando os pilotos não conseguem controlar a aeronave; voo controlado contra o terreno – aviões em perfeitas condições colidindo com obstáculos; saída de pista – falhas durante pousos ou decolagens, agravadas por clima ruim ou problemas técnicos.

Apesar do medo que esses eventos podem causar, a aviação continua sendo um dos meios de transporte mais seguros (quero crer!). Cada incidente leva a investigações e melhorias para evitar novas ocorrências. Afinal, voar é sempre um aprendizado.

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“Salete fez chafé, que é um chá de café que eu gosto”!

Recentemente, fui ao supermercado e me assustei com o preço do café, que disparou de forma impressionante. Essa alta impacta diretamente o orçamento das famílias, tornando cada vez mais urgente a adoção de medidas que protejam os consumidores e produtores de um sistema predatório. Diante do preço elevadíssimo, pensei em recorrer a Salete pra fazer um chafé, como diria Gilberto Gil na letra de Sandra: “Salete fez chafé, que é um chá de café que eu gosto”!

O aumento expressivo dos preços do café reflete não apenas fatores climáticos e logísticos, mas também as contradições do modelo econômico global, onde a especulação financeira e a concentração de poder nas mãos de grandes corporações ditam o rumo da produção e dos preços. Em janeiro de 2025 a saca de 60 Kg de café do tipo arábica foi vendida por R$ 2.333,00, maior valor registrado desde o início da série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo. Comparado com janeiro de 2024, representa uma alta de 124,6%.

Esse movimento é justificado, em parte, por eventos climáticos extremos no Brasil, maior produtor mundial, que sofreu com geadas e secas prolongadas, reduzindo a oferta. No entanto, o problema vai além das intempéries naturais. O setor cafeeiro é fortemente dominado por multinacionais que especulam com estoques e futuros, elevando artificialmente os preços e penalizando produtores e consumidores.

Além disso, os custos de transporte cresceram devido à crise no Mar Vermelho e ao aumento dos combustíveis fósseis, agravando a inflação dos alimentos. Segundo a Organização Internacional do Café (OIC), o consumo global deve crescer 1,5% em 2024, intensificando a pressão sobre os preços. Diante desse cenário, é fundamental repensar a estrutura da cadeia produtiva do café, garantindo maior proteção aos pequenos produtores e combatendo a especulação financeira.

Uma possível solução seria a implementação de um estoque regulador, que permitiria ao Estado intervir no mercado para estabilizar os preços e evitar flutuações abruptas. A Lei nº 8.174, de 30 de janeiro de 1991, estabelece regras para a fixação e liberação de estoques públicos. Os estoques reguladores são compostos por alimentos comprados pelo governo quando os preços estão baixos, para serem liberados quando os preços aumentam.

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Seminário sobre Resistência Socialista: Fortalecendo Políticas para o Futuro da Bahia

Estive hoje no Seminário Estadual da Resistência Socialista, tendência do PT, a convite do dirigemte Aluã Carmo, discutindo Planejamento de Longo Prazo e Desenvolvimento, com foco em impulsionar o crescimento econômico e social da Bahia. A troca de ideias com especialistas, dirigentes partidários e representantes dos movimentos sociais reforçou a importância de um planejamento governamental estruturado e comprometido com as reais necessidades da população.

O debate girou em torno da necessidade de integrar os movimentos sociais ao processo de formulação e execução de políticas públicas. Somente com a participação ativa da sociedade civil poderemos garantir que o planejamento de longo prazo esteja alinhado às demandas populares e seja capaz de promover inclusão, justiça social e desenvolvimento sustentável. Esse processo exige a construção de mecanismos de participação efetivos, onde a voz dos trabalhadores, das comunidades tradicionais, das mulheres, da juventude e de todos os segmentos da sociedade seja ouvida e respeitada.

Modelos de desenvolvimento que ignoram a realidade social ou priorizam apenas interesses econômicos restritos tendem a gerar desigualdades e enfraquecer as conquistas sociais. Por isso, reforçamos a necessidade de um Estado comprometido com a inclusão e com políticas públicas eficazes.

Além disso, foi discutido o papel de um militante socialista e os desafios enfrentados pelos movimentos sociais na luta por espaço dentro das discussões que levam a decisões estratégicas sobre desenvolvimento. Na Bahia, esses movimentos têm sido fundamentais para a conquista de direitos e para a consolidação de políticas públicas transformadoras. O planejamento de longo prazo não pode ser elaborado apenas por tecnocratas ou por interesses de curto prazo. Ele deve ser construído de forma coletiva, garantindo que as futuras gerações encontrem um estado mais desenvolvido, justo e acessível a todos.

Saio deste seminário com a certeza de que a construção de um planejamento sólido para a Bahia só será possível com o aprofundamento da união de forças entre governo e sociedade civil. É necessário seguir avançando, ampliando o diálogo e garantindo que as políticas públicas tenham raízes firmes na realidade do povo baiano. Esse é o caminho para um futuro mais próspero, inclusivo e democrático.

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