William Bonner e Patrícia Poeta levam uma tremenda surra de Dilma. A porrada foi tamanha que tentaram encerrar a entrevista antes do tempo. Não era pra menos. Dilma rebateu todas as provocações dos entrevistadores que pareciam bater cabeças diante de tanta segurança da Presidenta.
Falou de corrupção mostrando que estruturou os mecanismos de combate, deu autonomia á Polícia Federal para investigar e prender, além de criar a Controladoria-Geral da União que investigou e descobriu muitos casos. Lembrou que nenhum procurador-geral da República, no seu governo e no de Lula foi chamado de engavetador-geral da República, expressão, salvo engano, cunhada por Macaco Simão.
Falou sobre a saúde mostrando que há muitos problemas e desafios a enfrentar. Defendeu o Mais Médicos com dados incontestes: “O Brasil tem uma das menores taxas de médicos por mil habitantes, 1,8. …aí conseguimos chegar a 14.462 médicos, que, pelos dados da OMS, correspondem a uma capacidade de atendimento de 50 milhões de brasileiros.”. Política pública para quem precisa de política pública!
Ao falar de economia questionou os dados apresentados por Bonner, assinalando que enfrentou a crise sem gerar desemprego, sem arrochar salários, reduzindo e desonerando a folha de pagamentos. Para deixar Bonner mais atônito ainda, perguntou: “Qual era o padrão anterior…” E arrematou com o seguinte: “se você não olhar pelo retrovisor e olhar pelo que está acontecendo hoje, ela (a inflação) atinge 0%. Zero. O último dado do IPC-S que saiu, se não me engano hoje ou ontem, chegou a 0,08%.”
E Bonner catatônico, com as pernas bambas: “Candidata, nosso tempo…”. Ora Bonner, antes do tempo… essa globo…
Veja a a entrevista na íntegra:
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